Enxergando o invisível

Diabetes, um inimigo silencioso

A campanha Enxergando o Invisível mostrou que a diabetes é uma doença silenciosa, mas…..que pode ser vista antes de se instalar e prejudicar a saúde de milhões de pessoas em todo o mundo. 

A campanha abordou pacientes que chegavam aos laboratórios com pedidos de exames para seus check-ups, apenas com o pedido de glicemia em jejum como indicador preditivo para diabetes. Os interessados em fazer uma avaliação de risco para o desenvolvimento da doença autorizaram a inclusão do teste de Hemoglobina Glicada por Troca Iônica ou HbA1c Troca Iônica.

ENXERGANDO O INVISÍVEL: OS RESULTADOS

Pacientes que participaram da campanha

Pacientes que tiveram resultados considerados normais pelo exame de glicemia em jejum

Das pessoas com resultados aparentemente normais tinham pré-diabetes, só revelada com o exame HbA1c Troca Iônica

Uma nova chance:

a informação dando voz ao tratamento

Dados da Sociedade Brasileira de Diabetes indicam que cerca de 25% dos pré-diabéticos progridem para a doença, com diferentes consequências. Isso significa que o diagnóstico precoce de pré-diabetes não é uma sentença, mas sim uma oportunidade para o paciente reescrever o futuro da sua saúde ao ter uma janela de tempo hábil para promover mudanças de hábitos alimentares e de estilo de vida antes que a diabetes se instale de forma definitiva.

Muitos acreditam que o pré-diabetes seja uma condição benigna, com pouca repercussão futura. Porém, estudos mostram que o pré-diabetes aumenta significativamente o risco de surgimento de complicações, de forma muito semelhante à condição da diabetes plenamente instalada.

Um estudo concluiu que a pré-diabetes representa uma condição de alto risco para doença cardiovascular

Outro estudo de 2003, já alertava que indivíduos recém-diagnosticados com diabetes tipo 2 já apresentavam início do processo de disfunção renal

Estudos também mostram alterações na retina já nas fases iniciais da diabetes e até antes dos indivíduos serem classificados como diabéticos

O controle da regulação normal da glicose em pessoas com pré-diabetes reduz significativamente o risco de evolução para a diabetes.

Mas como tratar uma condição

que você nem sabe que carrega?

Foi essa a oportunidade que os pacientes da campanha Enxergando o Invisível, que descobriram o risco aumentado (pré-diabetes) para o desenvolvimento da diabetes mellitus tipo 2, ganharam com o exame de HbA1c Troca Iônica: a chance de assumir as rédeas da própria saúde, iniciar o tratamento precocemente e reverter de forma protagonista um futuro incerto que afeta, não apenas a qualidade de vida dos doentes, mas de toda a família ao redor.

Você também pode receber essa chance!

Escolha enxergar o risco. Converse com seu médico e peça para incluir o exame HbA1c Troca Iônica no seu check-up.

Diabetes:

Como enxergar o risco?

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O exame HbA1c Troca Iônica não exige amostras de sangue adicionais às coletadas para os demais testes do seu check-up!

Na sua próxima consulta, fale com seu médico.

O HbA1c Troca Iônica é considerado o padrão ouro para diagnóstico e acompanhamento de diabetes pelos principais estudos de diabetes já feitos no mundo. Coberto pelos convênios, este é um exame acessível, com baixo custo e disponível em quase todos os laboratórios.

Se seu médico solicitar apenar o teste de glicemia em jejum, peça para adicionar o HbA1C Troca Iônica. Não feche os olhos para esse risco invisível.

Laboratório parceiro:

Principais dúvidas

Saber que o Diabetes se caracteriza pela hiperglicemia, isto é, elevados níveis de glicose no sangue por tempo prolongado, não é um mistério. Mas o que isso causa? Em curto prazo, temos vários sintomas relacionados: Urina com frequência, Cansaço, Fadigas, Coceiras, Feridas com cicatrização lenta, Processos inflamatórios generalizados, enfim, tudo isso em decorrência do elevado nível de glicose. Daí seguimos para as complicações. Estas ocorrem com períodos mais prolongados desta condição, estamos falando de anos, o que acarretam diversos problemas, principalmente, vasculares, que podem atingir olhos, rins, nervos, coração, cérebro e vasos sanguíneos, além de problemas renais dada a sobrecarga neste órgão. Enfim, ainda que mantenhamos nossos olhos nas complicações a longo prazo, precisamos estar cientes dos desconfortos que a doença também nos causa em sua fase inicial.

Dizemos que um indivíduo é Pré-Diabético, quando seu valor de HbA1c encontra-se entre 5,7% e 6,4%. Há vertentes que dirão que já é o Diabetes, mas a verdade é que não adquirimos a doença da noite para o dia, há uma evolução silenciosa da doença, onde, gradativamente, perdemos a capacidade de remover a glicose do sangue de uma forma eficiente, e isso vai sendo evidenciado de uma forma lenta. No estágio de Pré-Diabetes estamos nos aproximando da faixa que representa a doença. Nesta fase temos condições de ter ações voluntárias para frear este avanço, ou reduzir sua velocidade.

O termo pode nos remeter a uma condição mais branda e que não requer tanta atenção. De fato, ainda é uma fase em que temos tempo de ação. Mas é muito importante que tenhamos ciência de que cerca de 25% dos indivíduos com Pré-Diabetes, evoluem para o Diabetes. Sem contar que, o Pré-Diabetes, apesar de em grau de risco menor, já começa a sinalizar possibilidades de problemas vasculares. Resumindo, tenha a seriedade de considerar o Pré-Diabetes, como o Diabetes, e siga com mudanças que trarão benefícios muito além do esperado.

Muitas vezes não temos uma real visão, ou se quer noção, de como está o nosso controle Glicêmico. A Hemoglobina Glicada pode nos fornecer esta informação. Ela representa a média dos valores de glicemia nos últimos 3 meses. E isso pode nos dizer se o nosso controle da glicose foi eficiente, ou se já nos sinaliza um descontrole. Lembre-se, quanto maior forem os episódios de alto nível de glicose no sangue, maior será a Hemoglobina Glicada, e maior é o sinal de que não estamos mais conseguindo controlá-la. A relação é direta e já nos alerta para uma possível elevação de risco ao Diabetes.

A HbA1c Troca Iônica utiliza a metodologia de Cromatografia Líquida de Alta Pressão, por Troca Iônica, diferente da maioria das tecnologias utilizadas ela não mostra apenas a Hemoglobina Glicada, mas também evidencia outros elementos que podem interferir no resultado da Glicada, tais como hemoglobinas variantes, interações medicamentosas, amostras degradadas e hemolisadas, entre outros. Outras metodologias não enxergam isso e esta informação pode não chegar ao médico o qual não considerará possíveis equívocos no resultado. E como já sabemos, pequenos equívocos podem nos posicionar em um resultado que não mostra o risco.

São dois testes que, juntos podem ajudar muito ao clínico. Estamos falando de uma “dupla básica”. A Glicemia de Jejum vai sinalizar o que deveria ser a normalidade do valor da Glicose, naquela condição (Jejum), naquele exato momento. Isto é, nesse teste você terá a informação do valor da Glicose naquele exato momento. O risco aqui é que podemos interferir nesse resultado e ele não representar a realidade. Como? Com um período de Jejum fora do solicitado, com dietas previas ao exame, entre outros que podem refletir algo que não condiz. Na HbA1c conseguimos enxergar a média dos valores de glicemia dos últimos 3 meses, isto é, se houve um descontrole da Glicose ao longo desse período, o valor da Glicada estará elevado. O que queremos dizer é que, os dois, sendo bem realizados, se apoiam. Mas a HbA1c, quando presente, pode compensar as variações biológicas que a Glicemia de Jejum pode apresentar.

É importante lembrar que o Diabetes é composto de vários elementos, tais como: a Genética, o Sedentarismo, Hábitos alimentares irregulares, Obesidade, Fatores Emocionais, enfim, são vários elementos que podem mexer com nosso equilíbrio metabólico e culminar com o descontrole glicêmico. Temos que ter ciência dos elementos para sabermos onde podemos atuar. O mais importante é ter a informação de sua condição de risco, o Pré-Diabetes. Tendo esta informação, de uma forma disciplinada e comprometida, assuma as rédeas do que você pode atuar. O sedentarismo e a reeducação alimentar, podem lhe ajudar na redução de até 2% de sua HbA1c, comprovado. Mas os outros elementos também afetam e requerem ajuda, identifique quais são eles para ter o apoio apropriado.

Primeiro lembrem-se de que a HbA1c reflete a realidade do seu controle glicêmico nos últimos 3 meses. Tendo isso em mente, temos frequências distintas. Para as pessoas que estão acometidas pelo Diabetes, sugere-se a frequência de 4 vezes ao ano (a cada trimestre), para aqueles que não estão com bom controle (> 7%), para aqueles com bom controle (≤7%) sugere-se a frequência de 2 vezes ao ano. Para aqueles que não tem o diagnóstico, segundo recomendações recentes, sugere-se 1 vez ao ano, a partir dos 35 anos de idade.

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14 de fevereiro

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